Cientistas da Universidade de Stanford, que estudam o amor há 30 anos, fizeram uma pesquisa com estudantes da Califórnia. Eles concluíram que estar apaixonado pode substituir os analgésicos.
A conclusão chegada foi a de que estar apaixonado ou lembrar de um grande amor, pode substituir até, em muitas situações, o uso de analgésicos pra combater a dor.
Os estudantes foram convidados a olhar fotografias de seus namorados e namoradas ou de pessoas que consideravam atraentes. Ao mesmo tempo, um pequeno aparelho colocado nas mãos dos estudantes provocava dores leves.
Os pesquisadores perceberam que o aumento da atividade da região do cérebro onde é produzida a dopamina, um neurotransmissor responsável pela sensação de alegria e felicidade, conseguiu, em muitos casos, neutralizar completamente a sensação de dor. Quem pensava em seu parceiro mais da metade do dia, por exemplo, chegava a triplicar o efeito analgésico do amor. E funciona com novas e antigas paixões, garantem os cientistas.






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